A pasta de amendoim ganhou popularidade no final do século 19, porém sua origem pode ser traçada para os incas, visto que há indícios que esse povo torrava e moía o amendoim até formar um creme. Contudo, um dos primeiros processos de criação da pasta de amendoim foi patenteado em 1895 por John Harvey Kellogg, que começou a comercializá-la como uma fonte de proteína alternativa para pessoas com dificuldade de mastigação, como pessoas idosas.
Existe a crença que o educador e inventor americano George Washington Carver, no início do século 20, criou a pasta de amendoim, visto que ele inventou cerca de 300 formas de utilizar o amendoim em alimentos e produtos, como, por exemplo, cola, shampoo, e caramelo.
Essas invenções do uso do amendoim é resultado de seu trabalho na agricultura, incentivando a plantação do amendoim ao invés do algodão, visto que o legume provinha melhor sustentabilidade e qualidade ao solo. Adicionado a isso, o amendoim possuía outros usos para a produção, como: o gado poderia ser alimentado com pó de amendoim, e os trabalhadores rurais poderiam alimentar sua família com o excedente da produção.
Durante a Primeira Guerra Mundial, a pasta de amendoim começou a ser mais consumida pelos americanos como fonte de proteína, visto o racionamento de carne causado pela guerra. Isso voltou a ocorrer na Segunda Guerra Mundial, e as forças armadas americanas levaram latas de pasta de amendoim para o exterior para ajudar na alimentação dos soldados.
Atualmente, a pasta de amendoim é um dos produtos alimentícios mais adorados dos Estados Unidos e está ganhando cada vez mais popularidade pelo mundo todo, inclusive no Brasil, por ser uma fonte de proteínas e gorduras saudáveis, além de ter um sabor que agrada muitas pessoas.
Hoje, a pasta de amendoim é utilizada como spread em pães, bolos, sanduíches e biscoitos, e como ingrediente em sobremesas, smoothies e outras receitas.

