Guia da Candidíase: tudo que você precisa saber sobre essa doença - Novidade Saudável

Guia da Candidíase: tudo que você precisa saber sobre essa doença

Avatar de Samira Lima Escrito por   | 22 de maio de 2023

Candidíase é uma infecção fúngica causada por uma variedade de espécies de Candida, sendo a Candida albicans a espécie de candida mais prevalente e mais estudada, como patógeno comensal e humano. 

A candidíase é uma condição comum, especialmente entre mulheres, mas também pode afetar homens e crianças. Pode acometer várias partes do corpo, incluindo a boca, garganta, órgãos genitais, pele e unhas. Embora seja uma infecção leve, a candidíase pode se tornar uma condição crônica e persistente se não for tratada adequadamente.

Neste artigo, discutiremos o que é a candidíase, seus sintomas, o que ela faz no organismo, as medidas preventivas e os cuidados que você pode tomar, como tratar e os possíveis efeitos colaterais do tratamento.

O que é Candidíase?

Candidíase é uma infecção fúngica causada pelo crescimento excessivo do fungo Candida, que geralmente reside como um comensal nos tratos gastrointestinal e geniturinário e na flora oral e conjuntival. O sistema imunológico do nosso corpo geralmente controla o crescimento excessivo do fungo. No entanto, quando o hospedeiro fica debilitado, imunocomprometido, quando faz uso de antibióticos ou apresenta diabetes descontrolada, ele pode crescer descontroladamente e causar infecções.

Essas infecções podem ser superficiais e afetar a pele ou mucosas ou podem invadir a corrente sanguínea e se disseminar para órgãos internos.  

A candidíase pode ocorrer em várias partes do corpo, incluindo a boca (candidíase oral), garganta (candidíase faríngea), órgãos genitais femininos (candidíase vaginal), órgãos genitais masculinos (candidíase peniana), pele (candidíase cutânea) e unhas (candidíase ungueal).

Candidíase

Candidíase Vulvovaginal

A candidíase vulvovaginal é uma infecção causada por espécies de Candida que afeta milhões de mulheres todos os anos. Embora Candida albicans seja a principal causa de candidíase vulvovaginal, a identificação de espécies de Candida não-Candida albicans, especialmente Candida glabrata, como causa dessa infecção, parece estar aumentando.

Essa infecção pode levar a sintomas como coceira, irritação, dor durante a relação sexual e corrimento vaginal branco e espesso. Além disso, a candidíase vulvovaginal pode ser acompanhada de dor e desconforto ao urinar e inchaço da vulva.

Alguns fatores como alterações hormonais, uso de antibióticos, diabetes, gravidez, imunossupressão e estresse podem servir de gatilho para surgimento da candidíase vulvovaginal. Além disso, algumas atividades sexuais, como o sexo oral e anal, também podem aumentar o risco.

O diagnóstico da candidíase vulvovaginal é geralmente baseado nos sintomas da paciente, bem como em exame pélvico e exame de cultura. O tratamento geralmente envolve o uso de antifúngicos, que podem ser aplicados topicamente na área afetada ou administrados por via oral. Os antifúngicos tópicos podem incluir creme, comprimidos vaginais ou supositórios, enquanto os antifúngicos orais são geralmente prescritos para infecções recorrentes ou graves. Tanto o diagnóstico quanto a prescrição desses antifúngicos devem ser realizados por um médico

Além do tratamento medicamentoso, existem algumas medidas que podem ser tomadas para aliviar os sintomas da candidíase vulvovaginal, como evitar o uso de sabonetes perfumados e produtos de higiene íntima, usar roupas soltas e respiráveis, e evitar relações sexuais durante a infecção. O uso de probióticos específicos também pode ser um método prático e efetivo para combater este problema. Além disso, é importante seguir as instruções de dosagem do antifúngico prescrito pelo médico e completar o tratamento, mesmo que os sintomas desapareçam. E nunca se automedicar. 

Embora a candidíase vulvovaginal seja uma condição comum e geralmente tratável, é importante buscar orientação médica se você apresentar os sintomas dessa infecção. Além disso, algumas mulheres podem ter sintomas recorrentes e persistentes, o que pode indicar um problema subjacente mais sério, por isso é importante consultar um médico para avaliação e tratamento adequado.

Sintomas da Candidíase

Os sintomas irão variar de acordo com a parte do corpo afetada e os mais comuns são:

Candidíase oral: a característica mais comum são as manchas brancas na língua, na boca, gengivas ou garganta, além das fissuras nos cantos da boca, que também pode ficar seca ou com gosto amargo.  As pessoas com candidíase oral também podem sentir dor ou dificuldade para engolir alimentos sólidos ou líquidos. A candidíase oral é mais comum em bebês (conhecida por sapinho), idosos e pessoas com sistema imunológico enfraquecido, como pacientes com HIV/AIDS ou câncer.

Candidíase vulvovaginal: coceira e irritação na vagina e na vulva, dor durante a relação sexual, corrimento vaginal branco e espesso que lembra um queijo tipo cottage, vermelhidão e inchaço na vulva. A candidíase vaginal é mais comum em mulheres que usam antibióticos, anticoncepcionais, têm diabetes ou sistema imunológico enfraquecido.

Candidíase peniana: coceira e irritação na glande e prepúcio, além da vermelhidão e inchaço, dor durante a relação sexual e durante micção. Em casos mais graves, pode ocorrer dor e inchaço nos testículos. A candidíase peniana é mais comum em homens que têm sistema imunológico enfraquecido, diabetes, obesidade ou que usam antibióticos. Homens não circuncidados têm um risco maior de desenvolver candidíase peniana do que homens circuncidados.

Candidíase cutânea: manchas vermelhas e escamosas na pele, comichão, bolhas, crostas ou rachaduras na pele. A candidíase cutânea pode ocorrer em qualquer parte do corpo, mas é mais comum em áreas quentes e úmidas, como as axilas, virilha e debaixo dos seios. A infecção pode se espalhar para outras áreas da pele e pode levar a complicações, como celulite e infecção generalizada. A candidíase cutânea é mais comum em pessoas com sistema imunológico enfraquecido, diabetes, obesidade ou que trabalham em ambientes úmidos.

Candidíase ungueal: descoloração e espessamento das unhas, dor e unhas quebradiças. Pode ocorrer nas unhas dos pés ou das mãos e causar a separação da unha do leito ungueal. Pode atingir uma unha e se espalhar facilmente para as outras. 

Como vimos, a candidíase pode afetar qualquer parte do corpo, mas os sintomas podem variar dependendo da área afetada. É importante buscar tratamento adequado para a candidíase para evitar complicações e reduzir o risco de recorrência. Medidas preventivas, como manter uma boa higiene pessoal, fazer uso de probióticos específicos, evitar o uso excessivo de antibióticos e manter uma dieta equilibrada, podem ajudar a reduzir o risco de candidíase e outras infecções fúngicas.

O que ela faz no organismo?

Sabemos que os fungos presentes naturalmente no nosso organismo em equilíbrio com a microbiota não são prejudiciais, agindo como comensais. Porém, quando alguns fatores associados ou isolados desequilibram essa ecologia, a quantidade de fungos, o grau de virulência, a ação das substâncias produzidas e liberadas no meio, somadas a capacidade de defesa que o sistema do hospedeiro dispõe é que vão determinar a sintomatologia da infecção fúngica no organismo.

Além dos sintomas já citados nesse artigo, a contaminação por fungos no nosso organismo pode levar a sintomas, como: diminuição da concentração e memória, depressão, diminuição de reflexos, letargia e apatia, aumento da irritabilidade, decréscimo de energia mental, aumento da ansiedade, reações de pânico, diminuição da acuidade sensorial, diminuição da libido, aumento da tensão pré-menstrual, mamas inchadas e doloridas, aumento na tendência a vícios para álcool, açúcar e cigarros, rubor, náuseas, vômitos, palpitações, hipotensão, taquicardia, confusão mental e cefaleias.

Candidíase

Prevenção e cuidados

A prevenção da candidíase envolve a adoção de medidas de cuidado adequadas para manter o equilíbrio normal de bactérias e fungos no corpo. 

Algumas das formas de prevenção e cuidados incluem:

Manter uma boa higiene pessoal: a higiene pessoal adequada é essencial para prevenir a candidíase. Isso inclui tomar banho regularmente, limpar bem a área genital e secar completamente a pele após o banho. As mulheres devem evitar duchas vaginais, pois isso pode perturbar o equilíbrio normal de bactérias e fungos na vagina.

Usar suplementos que previnem e combatem candidíase: existem ativos naturais e probióticos que favorecem o controle da candidíase e podem ser incluídos na rotina de maneira prática e segura. Algumas opções envolvem formulações da Now Foods (uma das líderes mundiais da indústria de produtos naturais), e a Dhermativos.

Evitar roupas apertadas e sintéticas: roupas apertadas e sintéticas podem reter umidade e aumentar o risco de candidíase. É importante usar roupas soltas e confortáveis ​​e escolher tecidos respiráveis, como algodão, para permitir a circulação de ar.

Evitar o uso excessivo de antibióticos: os antibióticos podem matar bactérias benéficas no corpo, permitindo que o fungo Candida cresça excessivamente. É importante usar antibióticos apenas quando prescritos por um médico e seguir as instruções de dosagem com cuidado.

Manter uma dieta equilibrada: uma dieta equilibrada e saudável pode ajudar a prevenir a candidíase, pois fornece os nutrientes necessários para manter o sistema imunológico forte. É importante evitar alimentos açucarados e refinados, pois eles podem influenciar no crescimento de fungos.

Usar preservativos durante a relação sexual: o uso de preservativos pode ajudar a prevenir a transmissão da candidíase durante a relação sexual. Além disso, é importante evitar o contato sexual durante uma infecção ativa para reduzir o risco de transmissão.

Tratar outras condições médicas: outras condições médicas, como diabetes e HIV/AIDS, podem aumentar o risco de candidíase. É importante tratar essas condições adequadamente para reduzir o risco de infecção fúngica.

Consultar um médico para tratamento adequado: se você acha que pode ter candidíase, é importante consultar um médico para um diagnóstico adequado e tratamento adequado. Seguir o tratamento completo e tomar medidas preventivas adequadas pode ajudar a reduzir o risco de recorrência da infecção.

Como tratar?

O tratamento da candidíase depende da parte do corpo afetada e da gravidade da infecção. 

O tratamento geralmente envolve o uso de antifúngicos, que podem ser administrados por via oral, tópica ou intravenosa. 

Os antifúngicos orais são frequentemente usados para tratar infecções sistêmicas ou graves, como a candidíase esofágica. Esses medicamentos são geralmente tomados por algumas semanas e podem ter efeitos colaterais, como dor abdominal, náusea, vômito e diarreia.

Os antifúngicos tópicos, como creme ou loção, são frequentemente usados para tratar infecções cutâneas ou ungueais. Esses medicamentos são aplicados diretamente na área afetada e geralmente são administrados por algumas semanas. Os antifúngicos tópicos também podem ser usados para tratar infecções vaginais, mas os supositórios ou cremes vaginais são geralmente mais eficazes do que os cremes tópicos. Os antifúngicos tópicos podem causar irritação ou imbricação na pele, mas geralmente não têm efeitos colaterais graves.

A candidíase vaginal é tratada com medicamentos antifúngicos tópicos ou orais, como fluconazol. O tratamento geralmente dura de três a sete dias. É importante seguir o tratamento completo, mesmo que os sintomas desapareçam antes do final do curso, para garantir que a infecção seja completamente eliminada.

Para a candidíase oral, o tratamento geralmente envolve o uso de antifúngicos tópicos, como miconazol e nistatina. Os enxaguantes bucais com antifúngicos, como a solução de cloreto de miconazol, também podem ser eficazes. Em casos graves ou persistentes, pode ser necessário usar antifúngicos orais.

Efeitos colaterais do tratamento

Os antifúngicos podem causar efeitos colaterais dependendo do tipo de medicamento, dose e duração do tratamento. Alguns dos efeitos colaterais comuns incluem dor abdominal, náusea, vômito, diarreia, dor de cabeça, tontura e erupções cutâneas.

Os antifúngicos orais podem ter efeitos colaterais mais graves, como danos hepáticos, reações alérgicas e interações medicamentosas. É importante informar o seu médico sobre quaisquer medicamentos que esteja tomando para evitar interações medicamentosas perigosas.

Além disso, o uso excessivo de antifúngicos pode levar ao desenvolvimento de resistência aos medicamentos, o que pode tornar as infecções fúngicas mais difíceis de tratar.

O tratamento da candidíase com antifúngicos pode ter alguns efeitos colaterais que variam de leves a graves, dependendo da dose e do tipo de antifúngico utilizado. 

Alguns efeitos colaterais comuns do tratamento da candidíase com antifúngicos incluem:

Náusea e vômito: o uso de antifúngicos pode levar a sintomas de náusea e vômito, especialmente quando administrados por via oral. Esses sintomas geralmente são leves e desaparecem após alguns dias de tratamento.

Diarreia: alguns antifúngicos podem afetar a microbiota intestinal e causar diarreia como efeito colateral. É importante beber bastante água e manter uma dieta equilibrada durante o tratamento para prevenir a desidratação.

Dor abdominal: em alguns casos, o uso de antifúngicos pode causar dor abdominal e cólicas, especialmente se administrados por via oral. Esses sintomas geralmente são leves e desaparecem após alguns dias de tratamento.

Alterações na função hepática: alguns antifúngicos podem afetar a função hepática e causar alterações nos níveis de enzimas hepáticas. É importante realizar exames de sangue regularmente durante o tratamento para monitorar a função hepática.

Reações alérgicas: algumas pessoas podem ter reações alérgicas ao uso de antifúngicos, como erupções cutâneas, coceira e inchaço. Em casos raros, uma reação alérgica grave, conhecida como anafilaxia, pode ocorrer e pode ser fatal se não tratada rapidamente.

Interferência com outros medicamentos: alguns antifúngicos podem interferir com outros medicamentos que a pessoa esteja tomando, como anticoagulantes e medicamentos para pressão arterial. É importante informar o médico sobre todos os medicamentos que a pessoa está tomando antes de iniciar o tratamento com antifúngicos.

O tratamento da candidíase com antifúngicos pode ter alguns efeitos colaterais que variam de leves a graves, dependendo da dose e do tipo de antifúngico utilizado. É importante informar o médico sobre quaisquer efeitos colaterais que ocorram durante o tratamento para que o médico possa ajustar a dose ou o tipo de antifúngico, se necessário.

Outros tratamentos

Além dos antifúngicos, existem outros tratamentos que podem ajudar a tratar a candidíase e prevenir a recorrência. Alguns desses tratamentos incluem:

Probióticos: os probióticos são bactérias benéficas que ajudam a manter o equilíbrio normal de bactérias e fungos no corpo. Os suplementos de probióticos podem ajudar a prevenir a candidíase, especialmente em mulheres que têm infecções recorrentes. Os probióticos podem ser encontrados em alimentos fermentados como iogurte, kefir, chucrute e kombucha, bem como em suplementos alimentares.

Terapia hormonal: em mulheres que têm candidíase recorrente associada ao ciclo menstrual, a terapia hormonal pode ajudar a reduzir o risco de infecção fúngica. A terapia hormonal pode ajudar a equilibrar os níveis hormonais e reduzir a umidade vaginal, o que pode reduzir o crescimento de fungos. A terapia hormonal deve ser prescrita e monitorada por um médico e pode incluir o uso de pílulas anticoncepcionais combinadas, anéis vaginais ou adesivos transdérmicos.

Mudanças na dieta: para que o tratamento nutricional seja efetivo e permanente, deve ser levado em consideração evitar alimentos que promovam a fermentação e proliferação dos fungos, evitar alimentos que contenham fungos, tratar e prevenir alergias alimentares, adequar a microbiota do organismo, principalmente a intestinal, que é determinante para o equilíbrio de todas as outras, recuperar e manter a integridade da mucosa intestinal, modular o sistema imunológico, promover a capacidade do organismo de eliminação e xenobióticos, consumir mais legumes e frutas, evitar consumo regular de fatores antinutricionais como cafeína, álcool e açúcar.

Tratamentos naturais: Alguns tratamentos naturais podem ajudar a combater a candidíase, como óleo de coco, óleo de orégano, alho e própolis, pelo efeito antifúngico. Alguns compostos bioativos vêm apresentando resultados promissores como a cúrcuma e a canela. 

Cúrcuma: A curcumina, um componente da cúrcuma, tem imensas propriedades biológicas, incluindo efeitos antioxidantes, anti-inflamatórios, imunomoduladores e anticancerígenos. Pesquisas apontam que a curcumina apresenta atividade microbicida de amplo espectro contra várias espécies de bactérias e leveduras envolvidas em infecções vaginais. 

Uma das formas mais simples de inserir a curcumina na dieta é através do chá de cúrcuma (1 colher de chá de cúrcuma em pó para 150 ml de água morna) ou cápsulas de cúrcuma (dose de 500 mg/dia). 

Canela: Os extratos de canela apresentam atividades antimicrobianas significativas contra patógenos e podem ser benéficos na prevenção e tratamento de candidíase.

A canela inibe o crescimento dos biofilmes bacterianos e fúngicos mais prevalentes. Ao inibir a síntese de proteínas do flagelo e a motilidade, a canela suprime a adesão bacteriana, a colonização e a formação de biofilme em um estágio inicial.  Além disso, essa substância suprime a aderência de espécies de Candida às células epiteliais, levando a deformidades da parede celular, danos e vazamentos de material intracelular que podem contribuir para a eliminação do biofilme de Candida.

A forma mais simples de consumir a canela é fazendo o chá. Deve-se colocar 1g de pau de canela e 200 ml de água em uma panela e ferver por 5 min. 

Essas substâncias podem ajudar a reduzir os sintomas da infecção. No entanto, é importante lembrar que esses tratamentos não convencionais podem variar de pessoa para pessoa. Além disso, algumas dessas terapias podem não ser adequadas para todos, especialmente aquelas com condições médicas subjacentes ou que estejam grávidas ou amamentando.

Conclusão

Embora geralmente seja uma infecção leve, a candidíase pode se tornar uma condição crônica e persistente se não for tratada adequadamente. É importante prevenir a candidíase e tomar medidas de cuidado adequadas, como manter uma boa higiene pessoal, evitar roupas apertadas e sintéticas, evitar o uso excessivo de antibióticos e manter uma dieta equilibrada.

O tratamento da candidíase geralmente envolve o uso de antifúngicos, que podem ser administrados por via oral, tópica ou intravenosa. É importante seguir o tratamento completo, mesmo que os sintomas desapareçam antes do final do curso, para garantir que a infecção seja completamente eliminada. No entanto, os antifúngicos podem ter efeitos colaterais, por isso é importante informar o seu médico sobre quaisquer medicamentos que esteja tomando e reportar quaisquer sintomas incomuns.

Além disso, existem outros tratamentos que podem ajudar a prevenir a candidíase e reduzir o risco de recorrência, como o uso de probióticos, terapia hormonal e mudanças na dieta.

Se você acha que pode ter candidíase, é importante consultar um médico para um diagnóstico adequado e tratamento adequado. Com medidas preventivas adequadas e tratamento adequado, a maioria das pessoas pode se livrar da candidíase com sucesso. Veja mais no Novidade Saudável.


Sobre o autor

Samira Lima

Samira Lima

Nutricionista

Samira Lima é nutricionista, professora, palestrante e idealizadora do NutriAcademy - uma escola para nutricionistas. Pós graduada em nutrição esportiva funcional pela VP consultoria. Possui vasta experiência em atendimento clínico nutricional. Instagram.com/saminutri

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