O zinco é um micronutriente essencial para o organismo humano, desempenhando importantes funções metabólicas. Ele está presente em diversas enzimas do corpo, exercendo um papel crucial na síntese de proteínas, no crescimento e desenvolvimento celular, na cicatrização de feridas, no fortalecimento do sistema imunológico e na manutenção do paladar e do olfato.
Dentre as funções do organismo que mais se beneficia da presença do zinco está o sistema imunológico. Isso porque o zinco ajuda a aumentar a produção de células imunológicas, como os linfócitos T, que atuam no combate a infecções e doenças.
Além disso, o zinco tem a capacidade de inibir a replicação de vírus, o que o torna importante na prevenção de infecções virais, como resfriados e gripes.
Assim, a deficiência desse micronutriente no organismo pode levar a diversos problemas de saúde, como atraso no crescimento, problemas de pele, perda de cabelo, diarreia, aumento do risco de desenvolver infecções e comprometimento da função imunológica.
Essa carência de zinco é mais comum em pessoas com uma dieta pobre em alimentos que são fontes desse micronutriente, como carnes, frutos do mar, nozes e leguminosas.
Uma das formas de prevenir ou tratar a deficiência de zinco no organismo é por meio da suplementação.
No entanto, é importante destacar que a ingestão excessiva de zinco pode ser tóxica e causar problemas de saúde, como náuseas, vômitos, diarreia e anemia. Por isso, é fundamental seguir as recomendações de ingestão diária desse nutriente, que variam de acordo com a idade e o sexo.

